Quem sou eu?
Questiono-me incessantemente.
Pergunto á mente, somente á mente.
Contudo a brisa passa e tudo cai.
"Quem sou?" pergunto-me.
E o que conhecia era, ontem, tão real como falso..
Erro ou falha minha, julgo ser. Então quem sou eu? E será que te conheço a ti,ser que tanto tento controlar? Não. Nem a mim me conheço.
Sou estrangeira de mim mesma, desconhecida do meu reflexo.Espelho de mil pedaços...
Quem sou eu? Não sei...A sombra nada diz e a miragem do ser que sou é longínqua...
domingo, 23 de maio de 2010
domingo, 21 de março de 2010
palavras tortuosas
Amor em mim a tua sede sacia
Ondas de palavras que desgastam o ser que sou
Perco-as, a elas que do mais profundo só o rosto evidencia
A sua árdua e doce melodia
Eu perco tudo…e minha alma…vazia…
Ondas gigantes são elas que nos engolem
A vida numa só fatal volta…
Belas…tortuosamente belas…
Que de tão belas nos fascinam e nos matam.
E que Palavras belas proferes tu!
È como o bater sereno das ondas na areia,
Enquanto o sol calmamente se põe para sonhar
Mais uma noite sobre as belas palavras que tu proferes…
Mas há dias em que essas palavras não existem…
Os restos permanecem
No Amor que sonhei,
No Amor que não tenho…
E ao nascer do Novo Dia
Ao vento sussurrarei e dir-lhe-ei
”Tudo o que tenho é o reflexo
De tudo aquilo em que no meu coração desenho”.
E todo esse amor que pintei morrerá;
No dia em que o amor por quem grito adormecer com as rosas!
Ondas de palavras que desgastam o ser que sou
Perco-as, a elas que do mais profundo só o rosto evidencia
A sua árdua e doce melodia
Eu perco tudo…e minha alma…vazia…
Ondas gigantes são elas que nos engolem
A vida numa só fatal volta…
Belas…tortuosamente belas…
Que de tão belas nos fascinam e nos matam.
E que Palavras belas proferes tu!
È como o bater sereno das ondas na areia,
Enquanto o sol calmamente se põe para sonhar
Mais uma noite sobre as belas palavras que tu proferes…
Mas há dias em que essas palavras não existem…
Os restos permanecem
No Amor que sonhei,
No Amor que não tenho…
E ao nascer do Novo Dia
Ao vento sussurrarei e dir-lhe-ei
”Tudo o que tenho é o reflexo
De tudo aquilo em que no meu coração desenho”.
E todo esse amor que pintei morrerá;
No dia em que o amor por quem grito adormecer com as rosas!
^^
Vanished with the wind (leiam rápido este poema:P)
10.12.09
Num dia um gesto,
num outro uma palavra,
mais tarde um sorriso,
e um beijo que rasgava
um momento, uma paixão,
que dificil de quebrar,
desvaneceu-se com o sopro,
um engano, o sabor
de um doce amargo
que me deste a provar
Num dia um gesto,
num outro uma palavra,
mais tarde um sorriso,
e um beijo que rasgava
um momento, uma paixão,
que dificil de quebrar,
desvaneceu-se com o sopro,
um engano, o sabor
de um doce amargo
que me deste a provar
Ensurdecedora Monotonia
4.12.09
É indiscutível o valor que a vida tem. Mesmo que pareça óbvio, dou por
mim a dizer "Vive a vida, vive cada dia como se fosse o ultimo", enfim...e o
que faço?
Esqueço-me por horas a fio do que isso é, as palavras perdem-se e
eu embrenho-me na multidão, na rotina, no banal, na vidazinha que todos
levamos. Porque aí todas as palavras se perdem, todas as nossas crenças, e
contentamo-nos a sobreviver na ensurdecedora monotonia da cidade. E
subitamente, dou por mim á beira do abismo entre o que sou e o que vejo.
Porque afinal, viver a vida já não é nada mais que um sonho.
É indiscutível o valor que a vida tem. Mesmo que pareça óbvio, dou por
mim a dizer "Vive a vida, vive cada dia como se fosse o ultimo", enfim...e o
que faço?
Esqueço-me por horas a fio do que isso é, as palavras perdem-se e
eu embrenho-me na multidão, na rotina, no banal, na vidazinha que todos
levamos. Porque aí todas as palavras se perdem, todas as nossas crenças, e
contentamo-nos a sobreviver na ensurdecedora monotonia da cidade. E
subitamente, dou por mim á beira do abismo entre o que sou e o que vejo.
Porque afinal, viver a vida já não é nada mais que um sonho.
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