5 de Abril
Olhar concentrado,
Certamente para alguém feliz
O desejo ser feliz assim, também,
Também a consome
Mas a felicidade, essa,
Não a tem ninguém!
Ouve-se cá perto da alma,
Alguém chora
Partilham, ambos, dessa dor,
Não é a dor que dói neles,
Mas a dor que dói em nós
E só esse sentimento é puro,
Dá vida à nossa voz.
domingo, 5 de abril de 2009
domingo, 29 de março de 2009
A dor do não ser
O vento rasga os troncos
o mar brame ás rochas
onde o seu eco se repercute
na gruta das mentes inconscientes!
O céu abate-se
sobre todos os que ignoram
o sofrimento que é ser dor
da dor que dói em mim!
É dor do não querer ser
do que se quer ser,
mudar,ser diferente
e ser,no fundo,igual a toda a gente!
Março 2009
o mar brame ás rochas
onde o seu eco se repercute
na gruta das mentes inconscientes!
O céu abate-se
sobre todos os que ignoram
o sofrimento que é ser dor
da dor que dói em mim!
É dor do não querer ser
do que se quer ser,
mudar,ser diferente
e ser,no fundo,igual a toda a gente!
Março 2009
Amor, Ódio
21/Jul/2008
Quem sou?
O que sou?
O que sinto?
Sou parte de ti! e não minto!
Sou parte de tudo e todos
Do equilíbrio inalcançável
Entre o amor e ódio
Sentimento inquebrável
Toque da saudade
Sentido no vento que toca os lábios doces
E mergulha num arrepio até a alma
De todo o teu ser em que o homem, a quem chamas pai, escolheu que fosses!
Sou esta aquela a outra
Sou a personalidade escondida na tua montra
Daquilo que achas que conheces
Sou fruto do medo que tens do quanto me queres
Sou o beijo rasgado na tua pele
Do corpo marcado pelo teu toque
Pela sintonia bruta, forte, mas morta
Por um sentimento que nunca avança nem feixa a porta
Quem sou?
O que sou?
O que sinto?
Sou parte de ti! e não minto!
Sou parte de tudo e todos
Do equilíbrio inalcançável
Entre o amor e ódio
Sentimento inquebrável
Toque da saudade
Sentido no vento que toca os lábios doces
E mergulha num arrepio até a alma
De todo o teu ser em que o homem, a quem chamas pai, escolheu que fosses!
Sou esta aquela a outra
Sou a personalidade escondida na tua montra
Daquilo que achas que conheces
Sou fruto do medo que tens do quanto me queres
Sou o beijo rasgado na tua pele
Do corpo marcado pelo teu toque
Pela sintonia bruta, forte, mas morta
Por um sentimento que nunca avança nem feixa a porta
Subscrever:
Comentários (Atom)
