6/Set/2008
Criança doce e gentil,
Que viu passar na breve vida a eterna morte,
Daqueles que matam uma alma subtil,
Vem passear comigo no sono enterrado,
Longe daqueles que permanecem no sombrio duma mente vil
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
A dor do erro interminável
Vi cair perto de mim a tua fotografia
que apresentava a imagem do teu olhar impenetrável
a insegurança da expressão dos sentimentos
o rosto da aparência de uma pessoa amável
Na verdade és feita de revolta
vingança e solidão
não sabes como perceber ou perdoar alguém
És a imagem mista de ódio e paixão
Possuis uma mentalidade estranha
Derivada de uma infância rasgada
tens a lágrima sofrida
da tua justificação inacabada
Sou apenas alguém que sabe
talvez um muito pouco da tua vida
Fui eu quem te prometeu o mundo
Mas não sobe esquecer o teu passado,
E deixar a minha alma adormecida
No teu medo de ser descoberta
Pintas a mente dos que te rodeiam
Erras e esperas que talvez um dia
Alguém venha para ficar
Mas enquanto assim fores,
Ninguém te vai eternamente amar
Vai ser apenas algo vazio,
breve e em vão,
Pois ninguém quer aquele
que nos fere o coração!
Ana Rocha
4/Out/2008
que apresentava a imagem do teu olhar impenetrável
a insegurança da expressão dos sentimentos
o rosto da aparência de uma pessoa amável
Na verdade és feita de revolta
vingança e solidão
não sabes como perceber ou perdoar alguém
És a imagem mista de ódio e paixão
Possuis uma mentalidade estranha
Derivada de uma infância rasgada
tens a lágrima sofrida
da tua justificação inacabada
Sou apenas alguém que sabe
talvez um muito pouco da tua vida
Fui eu quem te prometeu o mundo
Mas não sobe esquecer o teu passado,
E deixar a minha alma adormecida
No teu medo de ser descoberta
Pintas a mente dos que te rodeiam
Erras e esperas que talvez um dia
Alguém venha para ficar
Mas enquanto assim fores,
Ninguém te vai eternamente amar
Vai ser apenas algo vazio,
breve e em vão,
Pois ninguém quer aquele
que nos fere o coração!
Ana Rocha
4/Out/2008
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